"""Mas andei me distraindo
Eu tive um sonho
Era uma tranquila viagem
de magrela
entre janelas abertas
peguei um boi
fui pro jardim do quintal
fiz ele comer o matagal
bati a cabeça
no cabeçote do vídeo
Em Paris era abril
A minha pátria nasceu em Março
Ai, que lindo
te vi na tv
Catei tuas brecha
Saí na janela
Caí de bandida
Fudi a barriga
o vento deu zumbida
Ai que lindo,,,
domingo, 31 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
03:39 da manhã e amanhã tenho que trabalhar
o que escrever. escrever o que. esquecer de que. escrever que o. que o escrever. apesar de. esquecer que. o escrever que. o escrever quer. quer o escrever. quer esquecer. que esquecer. o quer. que. escrever. apesar de. o esquecer. escreve.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Cartas na rua.
Lembranças de quando era criança e mijaram nas suas pernas. À aquele soco recebido na nuca pelas costas não houve revide. Um dia sua inocência o transformou em lixo. Do chão sofria os chutes, bicudos no estômago. Olha, eu tenho um pecado, um ódio guardado.
falseando pela rua numa madrugada, após voltar de uma vitória. Apanhou uma pequena barra de ferro que lhe fazia Chaplin, sulamericano, moreno. Uma pessoa dobra a esquina bem próxima de maneira rápida, que o assusta.
Cinco minutos depois ainda estava catatônico, aparvorado, imbecil, mudo. O círculo de um compasso a sua volta. que prazer era aquele? Não largou a barra de ferro. Voltou a andar, agora para casa.
Nuvenzinhas em cima da sua cabeça com chapado branco e contorno e letras em preto: "Se eu não fosse tão covarde, poderia matar muito mais." Com algum esforço colhi dos seus olhos ódios mofados.
Apaixonamo-nos; eu por provocar o melhor dele; ele, em agradecimento.
falseando pela rua numa madrugada, após voltar de uma vitória. Apanhou uma pequena barra de ferro que lhe fazia Chaplin, sulamericano, moreno. Uma pessoa dobra a esquina bem próxima de maneira rápida, que o assusta.
Cinco minutos depois ainda estava catatônico, aparvorado, imbecil, mudo. O círculo de um compasso a sua volta. que prazer era aquele? Não largou a barra de ferro. Voltou a andar, agora para casa.
Nuvenzinhas em cima da sua cabeça com chapado branco e contorno e letras em preto: "Se eu não fosse tão covarde, poderia matar muito mais." Com algum esforço colhi dos seus olhos ódios mofados.
Apaixonamo-nos; eu por provocar o melhor dele; ele, em agradecimento.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
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